Nº 43 | Janeiro/fevereiro de 2012
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Receitas que faço - Dora Chagas

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DORA CHAGAS, assim conhecida, é nascida em Aparecida - SP, filha de Moacyr Rodrigues Chagas e Elmira de Castilho Chagas, cresceu sob os cuidados e carinhos de seus tios Dedé e Margarida, a quem considera como os seus segundos pai e mãe.

Começou seus estudos na escola que leva o nome de seu bisavô “Grupo Escolar Chagas Pereira”. Cursou então o “primeiro colegial” no E.E. Américo Alves e concluiu o curso Normal no I. E. Conselheiro Rodrigues Alves, na vizinha cidade de Guaratinguetá - SP.

É formada em Educação Artística e Artes Plásticas pela Faculdade Teresa D’Avila, em Lorena -SP.

Lecionou por 28 anos em escolas públicas do Estado de São Paulo. Ministrou também aulas em escolas municipais, Curso Objetivo, SESI, Mobral e outros. Toda a vida gostou de participar de festas populares confeccionando guloseimas e pratos diferentes, com muita criatividade.

Neste campo da culinária, aprendeu com várias amigas, como preparar pratos para festas e para o dia-a-dia, com grande habilidade nos sabores e delícias da mesa.

Convidada a integrar a “Rede Aparecida de Comunicação”, partilha seus dons da culinária, produzindo, com competência e simplicidade, vários pratos e quitutes, sempre ensinando as receitas que faz.

O quadro de culinária que apresenta desde 2006 no programa Sabor de Vida da TV Aparecida, resultou no livro “Receitas Que Faço”, que ela acaba de lançar.

Dora vai ao ar todas as tardes às 16h20 e ao longo desses anos, testou e preparou muitas receitas deliciosas e fáceis de fazer, ideais para quem busca praticidade e muito sabor.

O livro “Receitas Que Faço” contém 60 receitas selecionadas que já foram apresentadas no programa, sendo 40 de pratos salgados e 20 de doces.

Os pedidos para a compra do livro podem ser feitos através do telefone (12) 3105-8618 ou e-mail receitasquefaco@yahoo.com.br

Histórias para despertar dragões - Wilson Gorj

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Fiel a seu estilo conciso, afiado e irreverente, Gorj lança em março um novo livro de minicontos – Histórias para ninar dragões. Trata-se de uma coletânea de 110 contos traçados em poucas linhas. A obra está divida em duas partes: a primeira comporta uma temática variada; já a segunda traz um tema definido – amor, sexo e traições –, em cujos textos prevalece o caráter anedótico e tragicômico decorrente das relações a dois e dos triângulos amorosos. O livro sai novamente pelo selo 3x4, da editora Multifoco. Quem assina a orelha é o escritor José Marins, de quem reproduzimos abaixo o texto na íntegra.

“Este livro surpreende quem (per)segue a escrita de Gorj. Os aprimoramentos foram notáveis desde o primeiro livro Sem contos longos, principalmente na superação da tendência à piada. Está mais próximo do chiste como “forma simples” (Jolles), do humor. São minicontos bem escritos, convincentes, com a voz própria de quem domina o que faz. Se estas histórias põem a dormir dragões, despertam leitores. Eu li de uma só vez. Segui um narrador que sabe aonde quer chegar, como no ritmo sedento de Secura, onde nem as lágrimas podem consolar; ou, na danação de Edifício Creta, em que descer ou subir escadas não levam a lugar algum, revelando-nos a dimensão das personagens dos contos deste livro.

Uma noção salta aos olhos do leitor: contos centrados nas personagens. A maioria das narrativas é de conflitos de angustiados, às vezes ingênuas vítimas de ciladas, sempre prisioneiros da agonia pós-moderna, para sempre perdidos no castigo, na sina de serem humanos, vão tomando a palavra no texto de narradores irônicos, sarcásticos, mas também portadores de uma paradoxal compaixão pela natureza humana, a marca indelével de todo bom escritor.

Gorj realiza melhor os textos mais curtos. É quando o artesão da palavra usou a lâmina afiada da concisão para cortar aparas, insinuar, sugerir. Como em Ave-palavra, A seco, Primavera, Parem, Flores e Lágrimas, seus melhores minicontos deste feitio.

São contos propiciadores de metáforas, que dialogam entre si e convidam para inúmeras leituras, esse prazer que só o leitor pode ter, nessa fina arte de mister Gorj.”

Aqueles que também (per)seguem a literatura do nosso colunista, não podem deixar de conhecer esse novo trabalho do autor. Desta vez, Wilson Gorj não promete ser breve, mas traz de volta uma centena de páginas sem contos longos, nas quais não faltam ironia e criatividade – marca desse escritor que escreve histórias para ninar dragões e despertar leitores.

O perfume das flores que plantei - Zilda Costa

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Zilda Costa, após projetar-se no âmbito da autoajuda com o livro: “Depressão, não deixe que esse mal atinja você”, compartilha também sua experiência de 26 anos como professora de escola pública na tentativa de ajudar pais e professores a terem mais sucesso no sistema educativo decadente em nosso país. “Se os pais e professores derem-se as mãos” conscientiza os pais da importância do alicerce familiar para que a Escola tenha condição de dar prosseguimento nesse delicado caminho que é a formação global do educando.

“O perfume das flores que plantei”, terceiro livro da autora, apesar de ser uma história de vida, pode ser classificado também como um livro de autoajuda. O leitor deparará com dois exemplos de educação e poderá captar facilmente a mensagem: um lar verdadeiro é aquele pautado por amor, dedicação e investimento por parte dos pais.
Plante flores e colherá perfume.

Como educar um filho nesse mundo conturbado em que vivemos?
Deparamo-nos com tantos direitos e tão poucos deveres regendo a educação em nossos dias!

Qual a atitude certa a ser tomada diante de um trágico desvio de personalidade de um jovem?

O leitor deparará nesse livro com tipos diversos de vivência familiar que o levarão a refletir que a educação recebida no lar, quando é falha, pode levar a conseqüências drásticas.

De um lado, encontramos um lar onde só o interesse financeiro impera. Os pais ausentas procuram recompensar os filhos com presentes e permissividade. Em contraposição outra família onde o amor é mesclado por exigências de comportamento, autoridade, direitos, mas também deveres.

Será que é possível comprar uma família? Somente os que têm alto poder aquisitivo poderão ter um lar feliz? Qual a diferença entre ter uma casa ou um lar?

Todas essas questões serão respondidas pelas personagem Maria que, com sabedoria, aplica o amor exigente, o único capaz de realmente educar para a vida.

É um livro que não pode faltar também na estante dos jovens que desejam constituir uma família. No desenrolar da história encontrarão artigos informativos que serão muito úteis nos problemas do dia a dia de um casal como: a importância da presença do pai desde a concepção, cuidados na gestação e passo a passo do crescimento de um bebê.

Quem planta vento, colhe tempestade; quem planta flores, colhe perfumes.

Aprenda a plantar suas flores e também poderá no futuro extasiar-se com o âmago perfume que exalam.

“O perfume das flores que plantei” – uma comovente história com momentos de riso e de dor, mas a mensagem é única: só o amor nos conduz à verdadeira felicidade.

 
 
Casa-Museu de Frei Galvão Dia% Supermercados
 
 
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