Só não sei porque os fechei... Mas, tudo isso me fez aprender. Aprendi que, quando você encontra e sente algo tão importante, você deve agarrar de qualquer forma, com as forças que tem e até com a que não tem.
Cometi um erro, não tentando reparar outro.
Sofro, até hoje, com as penalidades do mesmo...
Texto inspirado no ultraromantismo de Lord Byron.
William Guimarães tem 15 anos
Era bom, era um sentimento que nunca havia sentido antes... algo estranho, novo, mas era lindo, perfeito, estimulante.
Nos primeiros momentos não soube o que era... mas, depois, eu vi, era o amor – amor que, talvez no final, tenha sido mal amado; amor errado, um amor “solo”, não recíproco, amor de curta vida, mas estendido nos pensamentos, nas ações, nos sonhos...
Escrevo aqui sem, no mínimo, pensar no outro lado, no objeto desse amor, pois ela não soube, eu não consegui dizer o que estava sentindo... Por minha culpa, esse sentimento teve um final.
Do meu lado? Respondo que não, pois nem eu mesmo sabia o que realmente era.
Foi uma pena necessária para abrir meus olhos...
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