Nº 34 | Julho/ agosto de 2010
Especial

Aparecida, Santuário e 40 anos de peregrinações: análise por semestre

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O fechamento do semestre registra invariavelmente uma elevação no mês de maio acompanhada de pequena queda no último mês do semestre.

Por sua vez, o segundo semestre apresenta quadro de evolução semelhante ao do primeiro embora com números significativamente maiores. Começa, em julho, com bom desempenho, pequena redução em agosto para a partir de setembro projetar-se positivamente até o mês de dezembro.

Muitas informações do senso comum expressam verdades sobre o movimento anual de peregrinos em Aparecida. Uma delas é a de que os números do primeiro semestre são inferiores aos do segundo semestre. Mas o que os dados mostram realmente? O quanto é pior ou melhor um semestre em relação ao outro? Como se tem dado a evolução da participação de cada uma das duas parcelas na soma total de visitantes?

A consideração das estatísticas evidencia que os dois períodos apresentam crescimento como regra. Mesmo nos anos em que há queda em um dos semestres, a mesma é compensada ou simplesmente não se apresenta no outro. Exceção feita somente aos anos 1983, 1987, 1990 e 1996 quando o decréscimo anual do movimento também se expressou em cada um dos semestres.

Sobre a participação de cada um dos semestres no movimento anual, a média histórica do período considerado é de 39,42% para o primeiro semestre e 60,58% para o segundo semestre.

Em alguns anos, o primeiro semestre chegou a ampliar a sua participação no quadro de movimento anual. São os casos de 1983 (44%), 1985 (44,9%), 1987 (44,7%), 2007 (45,9%), variantes raras justificadas por reduções sensíveis do movimento no segundo semestre.

De um modo geral, a participação do primeiro semestre varia entre 37% e 41% do total, enquanto que a do segundo semestre encontra-se entre 59 e 63%. É atípico o caso do ano de 1990, com 69% do movimento concentrado no segundo semestre, mas o segundo semestre, via de regra, é o período pujante e de crescimento escalar. Atualmente, enquanto os números do primeiro semestre chegam a quase 4 milhões de visitantes, os do segundo semestre quase atingem 6 milhões. As somas são vultosas, o que permite dizer que mesmo o período considerado de baixa temporada tem quantidades expressivas e inigualáveis na América Latina quando o assunto é turismo religioso.

O primeiro semestre sempre se inicia com os números expressivos do mês de janeiro, justificados pelo período de férias, seguidos do mais baixo ponto gráfico do ano em fevereiro. A partir do terceiro mês o movimento de turistas começa a recuperar-se, sendo que abril representa uma retomada dos valores numéricos equivalentes a janeiro e considerados aceitáveis pelo comércio e pelo empreendedor locais.

 
 
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