Nº 29 | Setembro/Outubro de 2009
Publicando
Celso Plentz, Wilson Gorj e Tonho França e Palavra de Criança

Celso Plentz

Celso Plentz lançou recentemente o seu segundo livro de poesias. Tratam-se de poemas de versos livres, narrativos, dissertativos, concretos, acrósti-cos, trovas com aliteração e sonetos.

As poesias estão agrupadas em temáticas pelo autor denominadas patamares.

Festas cívicas e sociais, educação, recreação, amor, ecologia e as dimensões sideral e celestial não foram esquecidas pelo autor das 103 páginas que compõem o livro.

No ano em que completa 73 anos, Celso Plentz dá ao público leitor a possibilidade de conhecer um pouco mais de sua sensibilidade poética expressa no trato bem cuidado da palavra.

Wilson Gorj

Os contos breves de Wilson Gorj estão literalmente percorrendo o Brasil. Até o final do ano, serão dez antologias contendo as sacadas inspiradas do autor.

Por enquanto, e só neste ano, podemos encontrar Gorj na Antologia de 55 Poetas Brasileiros Contemporâneos, Novos Talentos do Conto Brasileiro, Livro de Ouro do Conto Brasileiro, Livro de Ouro da Poesia Brasileira e Sensualidade em Prosa e Verso.
São antologias publicadas em vários estados da federação.

Para quem aprecie o estilo rápido, quase instantâneo, do autor, é só aguardar, pois até o final do ano serão, no mínimo, mais cinco antologias.

Tonho França

A Editora Multifoco acaba de lançar mais um livro de Tonho França: O bebedor de auroras.

Depois de Entre Parênteses, Sinos de Outono e Blues à tarde, é hora de brindar novamente a chegada do lirismo ultrarromântico do poeta.

Como diz um de seus apreciadores na orelha do livro, o autor traz uma “poética pictórica que o caracteriza como um daqueles poetas das antigas, tipo pré-modernista. Dono de belas imagens, singelas e bucólicas...”

O livro ainda traz prefácio do poeta e jornalista Tanussi Cardoso e posfácio de Igor Fagundes, crítico literário e professor de Teoria Literária na Universidade Federal do Rio de Janeiro.


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Palavra de Criança

Não há nada mais bonito
Que inventar em liberdade
E só tem a vida alegre
Quem sabe desta verdade.1

Criar um texto é muito mais do que selecionar e agrupar palavras.

Lendo as produções de Sofia, percebemos a intensidade da emoção, a consciência dos problemas, a singeleza do enfoque, a ingenuidade da colocação, a presença do humor, enfim a força construtora da palavra.
O amadurecimento que se insinua é exposto no arranjo da linguagem e igualmente na ludicidade das construções.
Os primeiros leitores de Sofia, os ilustradores, agregam, com suas técnicas, olhares e interpretações diversificados e enriquecedores aos diferentes textos.

Os demais leitores são convidados diretamente a um diálogo pela jovem autora: “E, você, já pensou no que vai ser quando crescer?” 

“Sensibilizar-se pela emoção e pelo objeto estético – eis um caminho para a formação integral do ser humano; por isso a Palavra-Arte vem construindo a imagem e a (a)ventura da humanidade.”2

Mas... por que estou eu a escrever sobre os textos de Sofia?

Leitores, com vocês, a escritora que se apresenta: “vou ser uma pessoa tentando melhorar o mundo”! Ela já é!

PALAVRA DE CRIANÇA!

Vera Batalha

  1. ALMEIDA, Fernanda Lopes. A fada que tinha idéias.São Paulo: Ática, 1998.
  2. RENDA, Vera L. Batalha de S. As vozes poéticas da infância: a poesia infantil contemporânea em diálogo multicultural com o Modernismo. Tese de doutorado. USP, 2002.

Vera Batalha é doutora em Literatura Infantil pela Universidade de São Paulo e professora da Universidade de Taubaté.

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