Nova Fase | Ano 1 | Nº 07 | Julho de 2007
Artes
Chico Santeiro (Um Mestre da Imaginária Brasileira) | Gilberto Gomes
  Sabemos que a vida terrestre é efêmera, mas sabemos também que o artista possui grande vantagem diante disto – pois, sua vida permanecerá eternamente presente em toda a sua obra.

  Foi diante dessa ótica filosófica que conheci e convivi com esse grande mestre da arte da imaginária brasileira, chamado popularmente de Chico Santeiro.

  No Brasil tivemos grandes mestres da escultura e pintura que brilharam no campo da arte da imaginária, ou arte sacra popular, desenvolvendo obras de grande beleza que enriqueceram muito nossa história e patrimônio artístico.

  Antonio Francisco Lisboa (Aleijadinho – que seja esse apelido visto no melhor sentido da palavra), Mestre Valentin, Veiga Vale, José Teófilo de Jesus, Chagas (o cabra da Bahia), Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Padre Jesuíno do Monte Carmelo, José Militão Libório, João Santeiro (ambos de Santo Amaro – Bahia) e Benedicto Amaro de Oliveira – o Dito Pituba; são alguns dos mestres que contribuíram muito para a formação de um grande e rico acervo em nosso país.

  Francisco Alves Ferreira, é natural de Cunha, interior de São Paulo, onde nasceu em 3 de dezembro de 1892.  


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  Aos dois anos de idade, transfere – se com seus pais para a cidade de Aparecida, terra onde viveu uma longa existência dedicada à arte e ao oficio nato de transformar a madeira em belas imagens, cuja temática religiosa, é de uma imensurável riqueza.

   Mestre Chico, desde criança mostrou aptidão e grande talento para as artes. Começou esculpindo e modelando suas peças sob orientação do Irmão Bento, redentorista alemão que também residia em Aparecida.

   Chico realizou seus primeiros estudos nas Escolas Reunidas e por volta de 1910, estudou desenho no Liceu de Artes e Ofícios, em São Paulo.

  Posteriormente foi ajudante de uma oficina de artes e ao lado dos mestres Marini Del Fabero, Cerceli e Petecarati, aperfeiçoou seus estudos e técnicas sobre pintura e escultura, podendo desta forma e já como artista profissional, executar incontáveis obras hoje espalhadas em acervos de museus, galerias e coleções particulares no Brasil e em vários paises.

  Possui também importantes obras na Basílica Velha de Aparecida, Catedral Matriz de Santo Antonio, em Guaratinguetá, Museu dos Presépios e Museu de Arte Sacra Brasileira, ambos em São Paulo.

  Em 1913, tendo retornado para Aparecida, casa – se com Dona Maria do Carmo Ferreira (aliás, quituteira de mãos de fada e pessoa prendadíssima) união essa que gerou oito filhos.


Leia também nesta edição: A arte mística de TARIK

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