| Outro exemplo corriqueiro: até que ponto os formatos atuais de testes podem determinar com razoável acuracidade o "que é" um indivíduo? Como se comportará? Servirá para a organização? Será bom para você ou não? Não temos aí qualquer fundamento científico, porque, afinal ciência é apenas uma escolha entre metodologias. Qual sua aposta?Confiar em estatísticas para medir o sucesso profissional é como ler a sorte na mão. Mas hoje todos estão sendo assim avaliados: antes da contratação, uma enxurrada de metáforas e planilhas. Depois empresas se decepcionam quando não conseguem fazê-lo “render” ou integrá-lo às suas rotinas. O mesmo vale para o colaborador, que logo se frustra com a distância entre o real e o prometido. Mas ele não importa tanto assim... Confiar em estatísticas para medir o sucesso profissional é como ler a sorte na mão. Mas hoje todos estão sendo assim avaliados: antes da contratação, uma enxurrada de metáforas e planilhas. Depois empresas se decepcionam quando não conseguem fazê-lo “render” ou integrá-lo às suas rotinas. O mesmo vale para o colaborador, que logo se frustra com a distância entre o real e o prometido. Mas ele não importa tanto assim... Os profissionais estão se tornando cada vez mais invisíveis pela miopia corporativa e as práticas massivas de recursos humanos. Frente às metas e exigências de retorno imediato e da volatilidade ética das forças do mercado, ninguém está isento de culpa! Isto invalida a conquista e retenção de talentos, desmotiva a equipe e transforma os candidatos em cidadãos de segunda classe. Sem falar na postura antiética e, muitas vezes, ilegal de modelos. Na verdade, vivemos uma ditadura de indicadores. As chamadas rotinas dos subsistemas de RH, tais como: técnicas de seleção, programas de desenvolvimento, atribuições e avaliações podem ter momentos hilários, apresentar desafios, mas escondem armadilhas fatais para quem não conhece o lado negro da força. Precisamos estar atentos para este quadro de indignidade, ele afeta todos nós. Afinal, um dia podem chamá-lo para mais uma reunião improdutiva e você estará na rua. |
Aí são dois extremos: se tentar voltar, “eles não vão querer mais você, velhinho!” Se virar consultor e não tiver realmente diferencial, irá apenas engrossar o cordão dos palpiteiros. Se eu fosse você, começaria a pensar em abrir uma pizzaria agora mesmo. |
Luís Sérgio Lico Escritor e Conferencista – Gestão da Excelência Profissional; Mestre em Filosofia pela Universidade São Judas Tadeu/SP; Experiência de 10 anos em Treinamento, Motivação, Análise Organizacional, Gestão Comercial Estratégica e Relações Humanas no Trabalho; Treinador, Instrutor e Motivador de: Vendas, Atendimento, Gestão de Pessoas, Ética Corporativa, Postura Consultiva, Marketing, Recursos Humanos, Comunicação, Linguagens Comportamentais e Desenvolvimento Pessoal; Diretor de Cursos e Educação Corporativa da Consultive Labs; Professor de Pós-Graduação; Tradutor; Articulista; Compositor e Autor do Livro: O Profissional Invisível, Editora Ex Libris. E-mail: ola@consultivelabs.com.br Visite o hotsite Anterior 1 | 2 |
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